a docilidade da máquina

Uma fotografia de Simodon 1953: 115 a respeito de sua filosofia cibernética.

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Apresentei aos meus alunos uma concepção da máquina fundada em três tipos de presença:
1) a operação de construção, por meio da qual se pensa a finalidade da máquina a fim de convertê-la em seguida em estrutura;
2) a contemplação da máquina construída, compreendendo seu mecanismo e sua organização interna, em um sentimento estético de beleza técnica;
3) a operação e funcionamento previsto pra a máquina.

Afirmei que a máquina não é nem um escravo nem um instrumento utilitário, válido somente por seus resultados. Ensinei o respeito a esse ser que é a máquina, intermediário substancial entre a natureza e o homem; ensinei a tratá-la não como servo, mas como uma criança.

Eu defini sua dignidade e exigi respeito desinteressado contra sua existência imperfeita.

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