hacking câmera ps3eye infravermelho

0
tema projetos

Recentemente começamos a produção de um dispositivo específico para o projeto de arte da artista Zzui Ferreira, de Fortaleza. A proposta é elaborar um aparato capaz de capturar traços de desenhos e registrar em uma timeline digital para ser utilizada em performances e intervenções específicas do projeto. Este dispositivo também será elaborado para gerar diferentes texturas visuais dependendo de informações específicas do ambiente.
iq option interface

aparato_zzuiredimensionado2

Para a primeira fase, foi necessário hackear uma câmera do Playstation 3 para transforma-la numa câmera infravermelho.

Segue o tutorial:

a primeira etapa é abrir a câmera:

img_1219redimensionado

e desparafusa-la toda:

img_1220redimensionado

img_1223redimensionado

depois precisa forçar pelas bordas para retirar a sua capa:

img_1225redimensionado

img_1226redimensionado

depois de aberta, precisa retirar outros parafusos para acessar a lente:

img_1229redimensionado

img_1233redimensionado

depois de retirar a lente, é preciso forçar para retirar a lente de luz visível:

img_1238redimensionado

img_1239redimensionado

depois de abrir, é necessário colocar um filtro de infravermelho. filme queimado é a melhor solução.

img_1241redimensionado

img_1242redimensionado

depois de colocar o filtro, agora é só fechar a câmera e ligar para verificar se o filtro funcionou.

img_1249redimensionado

a câmera agora só enxerga luz de fonte infravermelho, tanto do sol quanto de leds específicos.

Esse hacking serve para qualquer projeto de mesa multitoque e tracking com infravermelho.

A próxima etapa do projeto é produzir um pequeno emissor de luz infravermelho para ser acoplado numa caneta. Além disso, também será desenvolvido um software para tracking dos desenhos.

Em breve mais notícias.

Agradecimentos especiais para ArmandinhoReggae ajudou na produção.
como operar na iq

2012

0
tema blog

(
……………
init começo dos trabalhos…
}
while ( vida == natureza ) {
for (amor = 0 ; energia < espiritualidade; energia++ )
amor = carregue (paz);
natureza= vida;

}

………………..
)

3c0 ecosistema do sensitivo

0
tema projetos

“o planeta terra vive um período de intensas transformações técnico-científicas, em contrapartida das quais engendram-se fenômenos de desequilíbrios ecológicos que, se não forem remediados, no limite, ameaçam a vida em sua superfície. o que está em questão é a maneira de viver daqui em diante sobre o planeta, enriquecendo os modos de vida, reinventando o meio ambiente e fortalencendo a sensibilidade através de aparatos que dialogam com o técnico, o sensível e o natural.

Felix Guatarri Remix

3c0 é uma intervenção urbana interativa que coleta dados ambientais em tempo-real e atua de forma a construir um ecosistema híbrido que reage com as intensidades do cotidiano urbano.

as reações são acopladas em servos motores que acionam guarda-chuvas equipados com sensores analógicos e digitais capazes de sentir informações como temperatura, intensidade de luz e ruídos, sinais sonoros, gases e poluição.
forex ao vivo iq option

a cada variação no ambiente, seja por efeito humano ou da natureza, excita o aparato a provocar dilatações e contrações na sua estrutura, dependendo da potência do desvio ambiental.

esta intervenção aconteceu no mês de Julho de 2011 no parque Ruber Van Der Linden, durante o Festival de Inverno de Garanhuns-PE. Nas próximas semanas, os guarda-chuvas circularão por outras cidades do Nordeste, com possibilidades de conexões com o servidor para troca de dados em rede.

lab cotidiano: IMERSom Coque!

0
tema projetos

(este post também foi publicado no blog do projeto cotidiano sensitivo)

Durante três semanas, entre o final de Maio e início de Julho, eu e Ruiz estivemos no Coque, em Recife, para realizar um laboratório do cotidiano sensitivo junto com o pessoal da comunidade. IMERSom (nome da oficina) foi só o mote para atiçar e argumentar sobre as diversas ciências que estávamos instigados a investir no lab. A proposta foi utilizar conhecimentos de propriedades sonoras, tecnológicas, religiosas e subjetivas para construir um dispositivo móvel que tivesse uma funcionalidade pra comunidade, que fosse a cara deles.

Na primeira semana, conversamos e praticamos diversas experiências, como estudar mais sobre a história de Quinha do Tamburete, construir um instrumento que fosse possível “tira o som da alma” (LM386+Fios) e pesquisar sobre dispositivos móveis, pedindo para que eles desenvolvessem um aparato novo, deles.

Essa pesquisa continuou na semana seguinte, onde começamos a estudar mais a possibilidade de montar um dispositivo para registrar as histórias (estórias) das pessoas da comunidade, um aparato que fosse capaz de circular pelas ruas do Coque e convidar as pessoas para sentarem e contarem um momento ou falarem sobre alguma coisa. E o dispositivo tinha que ter a cara do Coque, ser algo que as pessoas se representassem nele.

E esse algo foi a Casa. O lugar da familia, onde as pessoas celebram o dia-a-dia.

Como fonte de inspiração, seguimos a mesma “metodologia da falta” que dona Quinha leva no seu dia-a-dia, procuramos todos os materiais reciclados (de madeira até sensores de baixo custo) para produzir uma Casa que fosse capaz de registrar momentos e histórias de anônimos que vivem na comunidade.

e assim foi…

ajustando a casa….

webcam, Sensores de luz, temperatura, arduino.

E aí, levamos nosso dispositivo para a rua, para fazer funcionar todo o sistema de gravação feito no Pd e Arduino (inicia quando toca no teto e desliga quando bate palmas) e mostrar para as pessoas que, mesmo com todos os problemas do cotidiano, é possível desenvolver projetos de forma criativa e coletiva na comunidade…

pessoal erguendo mais um laboratório brasileiro de interatividade e criatividade pelas pontas.

ajustando detalhes técnicos….

e o tamburete de Quinha também faz parte do dispositivo…

depois de colocar na rua, não deu outra, várias histórias, vários contos… elaboramos algumas perguntas clássicas (Onze Unidos ou Mocidade? O Coque é bom? Por quê? Como é sua vida no Coque?….) que ficaram penduradas no tamburete para as pessoas responderem, mas outras histórias vieram juntas. E foi isso que mais interessou, as pessoas se sentiram à vontade para falarem para a Casa, de se doarem ali na frente do dispositivo e se expressarem, sabendo que aquelas imagens iriam chegar em algum lugar.

e não foram poucos momentos…

(imagem capturada pelo dispositivo)

(imagem capturada pelo dispositivo)

(imagem capturada pelo dispositivo)

(imagem capturada pelo dispositivo)

e mais momentos de se lembrar por muito tempo…

Em breve esse registro estará dentro da plataforma do cotidiano sensitivo, como uma memória viva do que aconteceu e o que anda acontecendo pelo Coque.

oficina_ pd: dados contemporâneos

3
tema encontros e festivais

dados_contemporaneos_site1

A oficina Pure-Data: dados contemporâneos é uma proposta de imersão no ambiente de programação multimídia Pure-Data para a criação de aparatos interativos e organismos que dialogam com ambientes físicos e virtuais e provocam interações entre diferentes corpos e espaços. Durante a oficina são aprofundadas as poéticas dos códigos livres, a programação interativa audiovisual e as linguagens experimentais
contemporâneas. Pretende-se ao final do laboratório, produzir aparatos de interações cognitivas em tempo-real que são utilizados como dados para improvisos e performances.

PureData é um software livre de programação gráfica para multimídia, muito usado em projetos audiovisuais interativos e em tempo real. O programa também é adotado como ferramenta para síntese e processamento de sons em tempo real. A oficina oferecerá um método completo em português, um tutorial extenso que cobre toda a sintaxe e elementos básicos de programação no PureData.

Para artistas, estudantes, pesquisadores, músicos, programadores, designers, pessoas com interesse em arte, tecnologias e poéticas.Com o pesquisador de arte eletrônica Ricardo Brazileiro. A partir de 16 anos. Internet Livre.

Sesc Santos: 28 e 29 de maio. 14h

brasil-colombia: táticas, redes e convergências.

4
tema encontros e festivais

COMO ORGANIZAR um relato de um festival que acabou há mais de uma semana e ainda reverbera intensamente até este exato momento?

Desde que voltei para Recife, depois de cerca de 10 dias de vivência na cidade de Medellín na Colombia, tento organizar um material que sintetize um pouco as diversas experiências que aconteceram no festival LabSURLab, inclusive suas implicações, tanto pessoais quanto para a aldeia brasileira de ativismo tático de arte, tecnologia e cultura livre.

Como consequência dessa minha vontade, a primeira tática que tive foi juntar todo o material audiovisual que coletei despretenciosamente durante meus deslocamentos pela cidade e pelo festival e fazer uma releitura dos acontecimentos registrados. Percebi então que a primeira estratégia seria produzir um pequeno video-doc juntando algumas fotos e videos em ordem cronológica para sentir novamente um pouco do mesmo feeling que rolou na cidade e no festival.

O festival tinha começado no dia 4 de abril pela manhã e eu só desembarquei na cidade no final da tarde, mesmo assim fui até o Museu de Arte Moderna de Medellín para saber o que estava rolando e dei de cara com o movimento dos Hacktivistas. Eram dois hackers falando sobre suas estratégias de ativismo na Europa. Eles falaram sobre a Hackademy, que é “uma academia hacktivistas autogestionada que promovem cursos para libertação do computador dos softwares proprietários, com orientações para uso e difusão de ferramentas livres úteis para autodefesa digital, ativismo e comunicação libertária para produção de cultura livre”. Não muito diferente do que fazemos no Brasil com os Pontos de Cultura, organizações, festivais, pessoas, artistas. Outra estratégia dos hacktivistas foi em cima de algumas políticas anti-pirataria e anti-cultura-livre do Ministério da Cultura da Espanha, com estratégias como Descarga Pública P2p, desmembramento político através do ativista Isaac Hacksimov, avatar-hacker que enviava fax/correios/emails para o Ministério colocando em contradição todas as políticas pró-industria espanhola. Em outro momento, os hacktivistas falaram do sistema oiga.me que é um projeto de envio sistemático de emails para políticos e diplomatas.

Ou seja, já no começo do festival deu para sentir que as pessoas que estavam ali tinham experiências interessantes para compartilhar. E continuou no outro dia com a apresentação do pessoal da Antena Mutante que em pouco tempo, mostrou que tinha planejamento político-ativista, trabalho coletivo e em rede. Na sequência foi a nossa apresentação, “El complejo panorama Brasileiro”, mas vou separar um outro parágrafo para explicar melhor o que aconteceu.

Logo que cheguei a Medellín, percebi que a programação do seminário tinha mudado de “LaboCA” para “O complexo panorama Brasileiro”, e que na mesa estaríamos, Tati Wells, Ricardo Ruiz e eu. Como Ruiz não conseguiu passagem para chegar no festival, o Miguel, do Centro Cultural da Espanha no Brasil, que estava participando do festival e iria apresentar outros trabalhos, chamou a responsabilidade e assumiu o posto para nos ajudar nessa “missão”. Agora, como falar sobre o panorama brasileiro de mais ou menos 10 anos em apenas 30 minutos? Depois que acabaram as apresentações do primeiro dia, fomos organizar o que seria interessante falar sobre nossa história. Achamos que apenas um contexto cronológico já iria mostrar toda a complexidade das nossas atividades no Brasil. E começamos esse exercício de voltar para a época entre 90  e começo de 2000, simbolizando as convergências dos movimentos Indymedia / FSM / FISL / Metáfora / Laboratórios de Midia Tática. Para continuar essa investigação, Tati relembrou do mapa de midia livre, tazes e seus contribuintes entre 2003 e 2006 que foi elaborado por ela e Ruiz.

Este mapa parece ter caído como um satélite nas nossas cabeças. Para mim, ter feito uma pequena análise no mapa, me fez pensar em como nossos experimentos e pesquisas com tecnologias livres, nomadismo e comunidades, foi influenciado pela aquela história que estava cartografada, e também em como nosso movimento atualmente pode ser analisado pelo mesmo traço de 2003-2006. Pensamos que para a apresentação de 30 min não seria fácil falar dessa cartografia mas que valeria muito a pena se a gente apresentasse a proposta de começar uma atualização do mapa para o agora, 2007-2011. Seguimos a preparação da apresentação com as convergências de ações de ativismo-tecnológico-midiático e,  por fim, fizemos uma breve análise de como nossos laboratórios (festivais, movimentos, pessoas, coletivos) são autônomos, temporários, precários e com relações institucionais conturbadas, como é o caso atual da mudança de foco do Ministério da Cultura para uma política pró-industria, pró-elite-cultural e anti-cultura-livre.

Na hora da apresentação, sabíamos que não estávamos ali falando de um trabalho pessoal ou artístico individual, mas sim de um monte de gente que vive e respira essa história todos os dias no Brasil. Queríamos ser o outro e todos ao mesmo tempo, usamos óculos escuros para criar o personagem brasileiro e não nos importou se a estratégia não foi compreendida pelas pessoas que estavam no museu naquele momento. Por dentro já estava tudo resolvido.

elcomplexo

E o festival seguiu com outras apresentações bastante interessantes no mesmo dia. Nos dias seguintes, começaram as oficinas, mesas de trabalho e outras atividades pela cidade. Eu estava “tageado” para participar da mesa sobre as comunidades, no Centro Cultural de Moravia, na comuna 4, lugar encantador e muito parecido com o contexto brasileiro: muita ciência nas pessoas que vivem na comunidade, poucas oportunidades na metrópole e forte resistência cultural e tecnológica. No centro, também estava acontecendo a oficina de video-cartografia do pessoal do hacktectura, que com uma metodologia muito interessante, conquistou um grupo de pessoas para fazer mapeamentos das ações nas comunidades 4 e 13 de Medellín e conseguiram resultados plausíveis, apesar de usar tecnologias proprietárias para edição e finalização do projeto.

A mesa de trabalho em comunidades serviu para uma análise de como os movimentos que se fazem presentes nas comunidades latino americanas compartilham de pensamentos e ações semelhantes. A metodologia da mesa foi dividir as pessoas em alguns grupos e respondemos algumas questões como: Por que se trabalha em / com comunidades? Quais as dificuldades, Metodologias, o papel das novas tecnologias etc. Neste link é possível acompanhar todos os relatos da mesa. Uma posição interessante foi de criar um texto / manifesto coletivo sobre o trabalho em comunidades. Juntamos todas as reflexões e nos reunimos para compilar o documento, que ainda está em construção mas já está compartilhado.

De volta ao Museu de Arte Moderna, recebemos um convite para fazer uma apresentação sobre o Movimento dos Sem Satélites na programação do Dorkbot Medellín. Como sempre, decidimos criar uma performance em rede com Glerm Soares, Tati wells e Oscar Martin interpretando o manifesto e uma trilha sonora bruta de /dev/dsp do próprio manifesto. Esse dia me vez refletir sobre o quanto nossas atitudes são extremamente espontâneas e como essas características influenciam no nosso jeito de fazer festivais, construir coletivos, projetos, softwares, instrumentos.

Nos últimos dias do festival, voltamos para as apresentações dos resultados das oficinas e mesas de trabalho. Aproveitamos esses dois últimos dias para começar a atualização cartográfica do nosso mapa de ação tática no Brasil. Não foi uma tarefa fácil, mas o pouco que fizemos já revelou algumas estratégias que criamos durante esse tempo e como algumas ações perderam força, outras cresceram e algumas ações que surgiram muito forte na rede.

mapa_ativismo_atualizando

Paralelo a esse trabalho, participamos da mesa sobre Labs em Redes, expondo nossas feridas da cooptação governamental sobre nossas atividades e como isso nos desestabilizou e fez com que pessoas saíssem para outros nós da rede para sobreviver em meio ao caos que é viver de arte, ativismo e tecnologia livre no Brasil. Ao mesmo tempo, esse acesso ao governo fez com que surgissem diversos laboratórios de midia pelos Pontos de Cultura no Brasil, fortalecendo ainda mais nosso nomadismo e independência de estruturas físicas complexas. O projeto RedeLabs resume um pouco esse nosso jeito de funcionar nômade, em rede e com o que temos na mão. Essa experiência, acredito, foi muito importante para as outras pessoas que estão investigando isso na América Latina. Vanessa (Pata de Perro) inclusive mostrou um fluxograma de como seria possível criar uma rede de laboratórios em pequena escala para começar um fluxo de projetos entre esses espaços. Achei que poderia ser interessante fazer um fluxograma desses aqui para o Brasil, para saber quem é quem, onde as pessoas estão, o que fazem, se podem receber outras pessoas, o que podem oferecer e como criar uma convergência de trabalhos.

Finalizamos nossas atividades no festival rabiscando esse novo mapa, pensando em como a rede poderia fazer este mesmo exercício, atualiza-lo de forma estratégica para fazer uma avaliação das nossas atitudes até agora e assim planejar os próximos segundos, sem deixar cair nossos servidores, nossos projetos, nossas redes. Ter ido até a Colombia, me fez ter uma nova visão das nossas estratégias de sobrevivência no Brasil, como somos rápidos, como somos criativos e como somos fechados para outros lugares, não olhamos para nossos vizinhos da América Latina que vivem na mesma rede e compartilham de problemas parecidos, sentem vontade de interagir mais com as redes daqui mas não enxergam essa abertura. Criamos um bocado de projetos, redes, sistemas, coletivos mas não conseguimos dar conta da demanda de possibilidades, não somos nem capazes de sustentar nossos servidores onde estão nossos sítios, hipertextos, manifestos e históricos. Como e quando vamos voltar a agir tatica/coletivamente?

Agradecimentos especiais a Tati Wells por ter compartilhado dessa vivência no festival, a todos os participantes do festival e sua organização, Miguel e Jarbas Jácome, as pessoas no Centro Cultural de Moravia, Comuna 13, as pessoas do Museu de Arte Moderna de Medellín e a Secretaria de Cultura de Pernambuco, por ter colaborado com meu transporte até a cidade de Medellín/Colombia.

cambio colombia – video doc

0
tema encontros e festivais

video-relato sobre sobre meu deslocamento pelo festival labsurlab, em medellín/colombia.

pulsos/organismos #cotidianosensitivo

0
tema pesquisas

este post faz parte do projeto cotidiano sensitivo que é um estudo sobre internet das coisas e ambiente-device nas comunidades brasileiras.

este texto também foi publicado aqui.

olá! vamos iniciar os estudos de eletrônica artesanal-diy-afetiva e seus desvios dentro desta pesquisa.

este post está relacionado a circuitos que emitem pulsos/clock precisos, bastante usado em projetos de osciladores e controladores de sistemas e motores.

a idéia desse primeiro experimento é buscar uma outra relação com esse tipo de circuito.

o chip que vamos usar é o 555, muito popular e fácil de encontrar em qualquer loja de eletrônica no brasil.

podemos considerar que esses chips, além das suas funcionalidades na indústria, são organismos híbridos que recebem informações, tratam os dados e transformam-os em pulsos para controlar algum outro sistema.

o processo de funcionamento dos chips são pragmáticos, o que deixa complicado encontrar caminhos/metáforas que se relacionam com nosso cotidiano.

caminho:

1. recebe energia; // luz, movimentos, natureza

2. atravessa as resistências e carrega positivamente o pulso;

3. alimenta o capacitor e descarrega o pulso. // timbre, intensidade do pulso

(esquema protoboard)

como acoplar as entranhas deste circuito-funcional numa escala real-física onde os processos são caóticos e desequilibrados?

podemos pensar numa situação onde organismos-pulsos recebem energia dos desequilíbrios(?!) do cotidiano e através de uma malha de resistência e capacitores enviam pulsos para outros organismos em rede, criando um ecosistema(circuitos compartilhados) que vivem desses (im)pulsos urbanos…

cada lugar/cultura/cotidiano tem sua frequência/clock/pulso, e esse dado são alterados com esses desequilíbrios… é como se fosse um sistema com vários capacitores de níveis diferentes e diversas resistências variáveis disponíveis para alterarem o curso, o movimento…

não se trata de uma simulação, nem de representação do cotidiano, mas de organismos que se desequilibram e se alimentam desses dados…

segue;

laboca sesc belenzinho jan/fev 2011

1
tema oficinas

cartaz_labocasesc_belenzinho

Projeto de imersão, pesquisa e experimentos em arte digital, o LaboCA propicia o desenvolvimento de laboratórios nômades e promove tecnologia como linguagem criativa e reflexiva. O participante entrará em contato com diversas ferramentas livres de hardware e software para concepção e produção coletiva de arte e tecnologia.

20 vagas. Internet Livre.

Inscrições a partir de 04/01, das 14h às 17h, no balcão de atendimento do 1º andar.

migrando de servidor

0
tema blog

opa,
estou fazendo a migração do blog para outro servidor.
essa semana pode ficar um pouco instável as coisas aqui mas logo mais tudo estará mais tranquilo.
acho que perdir as duas ultimas atualizações que fiz mas vou tentar recuperar na base de dados que ficou no servidor antigo (que está desligado nesse momento).

esse blog é o espelho do meu lab, as vezes soa como um piano e de repente muda pra um glitch.

abz