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arte, indecibilidade, artefatos.

16 de outubro de 2008

Artefatos artísticos podem ser modelados?

Seria um absurdo pensar em máquinas abstratas (turing machine) que “semidecidem” linguagens como metáforas para estudos de processos de ciberArte, desenvolvimentos artísticos, intervenções?

Uma máquina inifita que decide, é uma máquina que dada uma linguagem, ela pára após ser aceita. O ato de semidecisão é como se uma máquina aceitasse uma linguagem mas não parasse, não avisasse que aquilo terminou. Talvez um absurdo computacional.

Quase tudo na computação é decidível, poucas coisas são semidecidíveis.

A memória do computador é finita, as idéias não.

O hardware é finito, os processos não.

Criamos artefatos artísticos (que são linguagens semidecididas) em máquinas que são efetivamente computáveis.

Poderíamos falar que um objeto artístico é uma turing machine que semidecide.

Não sabemos até que ponto de interferência artística ela pode chegar.

Sabemos mais ou menos alguns estados de transição.

Não sabemos todos os possíveis processos que ela desenvolve.

Usamos máquinas decidíveis para computar ações não-decidíveis.

Seria o processo criativo computável?

Confusões conceituais parte 00000001.