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microscópio diy: bactéria hacking

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No final de novembro de 2009, participei com @glerm e @husk do workshop bioelectronix for artist no piksel festival sobre como transformar uma webcam num microscópio. Tinha chegado tarde na oficina mas tinha percebido que não era tão complicado pra fazer o hacking na câmera. Achei interessante a idéia de estudar movimentos microscópicos e transformar células e bacterias em objeto de fonte sonora, variavel para efeitos de vídeo etc

workshop_bergen

(workshop em Bergen/Norway)

Três meses depois comecei a experimentar e criar um microscópio de uma webcam velha que tinha jogada aqui. Os passos não são dificeis.

  1. Primeiro você tem que abri a webcam e tirar o chip com a lente.
  2. Depois disso é só abrir a lente e inverter sua posição, ou seja, pegar o filtro de luz visível que fica em contato com o sensor do chip e inverter com a lente, botando de cabeça pra baixo. Com isso a webcam vai buscar as imagens no infinito, sendo a parte interna a lente “ocular” e a externa “objetiva”.
  3. O terceiro passo é arrumar umas lâminas transparentes, uma seringa com agulha e uma luz pra colocar em cima da lâmina. A parte mais dificil é encontrar a melhor distância entre a lente, a lâmina e a luz. Isso será determinante pra você consegui enxergar seres microscópicos.

microdiy

(microscópio diy adaptado com caixas de madeira e 4 coroas norueguesas)

(estrutura com lego, ficou bacana pela regulagem da profundidade)

Não tem mistério. Abra a câmera normalmente utilizando seu programa favorito (pd, vlc, mplayer…) e veja as células e bacterias se movimentando pela lâmina.

Estou começando alguns estudos para implementar algo com esses movimentos de células, bactérias. Tentei abri a webcam utilizando o pdp_ctrack no pure-data mas estava travando o patch, acho que com erro de profundidade na imagem (pdp_v4l2: unsupported color model). Procurei solução com o Gem e parece que a mistura de pix_background com pix_blob faz o reconhecimento dos movimentos e calcular o centro de gravidade da imagem. Tem também o objeto pix_movement mas não testei ainda.

patch

(patch com objetos para capturar os movimentos, achei da lista oficial do pure-data)

#N canvas 785 167 448 492 12;
#X obj 37 -97 tgl 25 0 empty empty Gem 0 -6 0 8 -258699 -1 -1 1 1;
#X msg 73 -97 dialog;
#X obj 37 -10 pix_rgba;
#X obj 335 -103 tgl 30 0 empty empty empty 20 8 0 8 -262144 -1 -1 1
1;
#X obj 266 -93 tgl 15 0 empty empty empty 17 7 0 10 -262144 -1 -1 1
1;
#N canvas 0 0 450 300 gemwin 0;
#X obj 118 60 inlet;
#X obj 69 194 gemwin;
#X msg 69 113 create;
#X msg 85 146 destroy;
#X msg 186 148 dimen 800 600;
#X obj 118 85 sel 0 1;
#X obj 152 117 t f b;
#X obj 254 59 inlet;
#X connect 0 0 5 0;
#X connect 2 0 1 0;
#X connect 3 0 1 0;
#X connect 4 0 1 0;
#X connect 5 0 3 0;
#X connect 5 1 6 0;
#X connect 6 0 2 0;
#X connect 6 1 4 0;
#X connect 7 0 1 0;
#X restore 266 -71 pd gemwin;
#X text 336 -123 render;
#X text 264 -113 Gemwin;
#X obj 37 -68 gemhead 40;
#X obj 37 -42 pix_video;
#X obj 102 201 rectangle 5.334 4;
#X obj 102 178 pix_texture;
#X obj 102 62 pix_threshold;
#X obj 251 50 pack f f f;
#X floatatom 244 -12 5 0 0 0 - - -;
#X floatatom 278 -10 5 0 0 0 - - -;
#X floatatom 312 -9 5 0 0 0 - - -;
#X obj 255 11 t b f;
#X obj 297 12 t b f;
#X obj 102 117 pix_threshold;
#X floatatom 152 95 5 0 0 0 - - -;
#X obj 102 26 pix_background;
#X msg 123 -49 reset;
#X msg 175 -26 \$1 \$1 \$1;
#X msg 175 -61 0.5;
#X floatatom 175 -42 5 0 0 0 - - -;
#X obj 102 144 pix_blob 3;
#X msg 212 91 0.86;
#X msg 371 -12 1 1 0;
#X text 259 92 filtre bleu;
#X floatatom 220 148 5 0 0 0 - - -;
#X obj 103 234 tgl 15 0 empty empty empty 0 -6 0 8 -262144 -1 -1 0
1;
#N canvas 415 240 288 328 senVal2cursor 0;
#X obj 78 120 - 0.5;
#X obj 187 99 - 0.5;
#X obj 136 98 tgl 15 0 empty empty empty 0 -6 0 8 -262144 -1 -1 0 1
;
#X obj 136 76 inlet;
#N canvas 708 87 235 408 cursor 0;
#X obj 52 213 alpha;
#X floatatom 155 116 5 0 0 0 - - -;
#X obj 92 75 inlet;
#X obj 126 75 inlet;
#X floatatom 109 122 5 0 0 0 - - -;
#X obj 52 157 translateXYZ;
#X floatatom 126 190 5 0 0 0 - - -;
#X obj 52 188 rotateXYZ;
#X obj 52 326 color;
#X obj 86 245 vsl 8 50 0 1 0 0 empty empty empty 0 -8 0 8 -258699 -1
-1 0 1;
#X obj 94 245 vsl 8 50 0 1 0 0 empty empty empty 0 -8 0 8 -24198 -1
-1 0 1;
#X obj 102 245 vsl 8 50 0 1 0 0 empty empty empty 0 -8 0 8 -355 -1
-1 0 1;
#X obj 110 245 vsl 8 50 0 1 0 0 empty empty empty 0 -8 0 8 -195568
-1 -1 0 1;
#N canvas 0 22 452 302 color 0;
#X obj 44 212 pack f f f f;
#X msg 44 236 \$1 \$2 \$3 \$4;
#X obj 26 145 bng 15 250 50 0 empty empty empty 0 -6 0 8 -262144 -1
-1;
#X obj 41 144 t b f;
#X obj 41 35 vsl 8 50 0 1 0 0 empty empty empty 0 -8 0 8 -258699 -1
-1 0 1;
#X obj 49 35 vsl 8 50 0 1 0 0 empty empty empty 0 -8 0 8 -24198 -1
-1 0 1;
#X obj 57 35 vsl 8 50 0 1 0 0 empty empty empty 0 -8 0 8 -355 -1 -1
0 1;
#X obj 65 35 vsl 8 50 0 1 0 0 empty empty empty 0 -8 0 8 -195568 -1
-1 0 1;
#X obj 63 167 t b f;
#X obj 86 189 t b f;
#X floatatom 77 86 5 0 0 0 - - -;
#X floatatom 67 101 5 0 0 0 - - -;
#X floatatom 53 115 5 0 0 0 - - -;
#X floatatom 35 129 5 0 0 0 - - -;
#X obj 17 7 inlet;
#X obj 52 7 inlet;
#X obj 87 7 inlet;
#X obj 122 8 inlet;
#X obj 44 261 outlet;
#X connect 0 0 1 0;
#X connect 1 0 18 0;
#X connect 2 0 0 0;
#X connect 3 0 0 0;
#X connect 3 1 0 1;
#X connect 4 0 0 0;
#X connect 4 0 13 0;
#X connect 5 0 3 0;
#X connect 5 0 12 0;
#X connect 6 0 8 0;
#X connect 6 0 11 0;
#X connect 7 0 9 0;
#X connect 7 0 10 0;
#X connect 8 0 0 0;
#X connect 8 1 0 2;
#X connect 9 0 0 0;
#X connect 9 1 0 3;
#X connect 14 0 4 0;
#X connect 15 0 5 0;
#X connect 16 0 6 0;
#X connect 17 0 7 0;
#X restore 142 311 pd color;
#X floatatom 92 335 5 0 0 0 - - -;
#X obj 52 95 ortho;
#X obj 52 353 circle 0.07;
#X obj 162 -2 inlet;
#X obj 52 25 tgl 15 0 empty empty empty 0 -6 0 8 -262144 -1 -1 0 1
;
#X text 52 371 cercle;
#X obj 144 273 r color;
#X floatatom 67 122 5 0 0 0 - - -;
#X obj 52 43 gemhead 45;
#X connect 0 0 8 0;
#X connect 1 0 5 3;
#X connect 2 0 5 1;
#X connect 3 0 5 2;
#X connect 4 0 5 2;
#X connect 5 0 7 0;
#X connect 6 0 7 3;
#X connect 7 0 0 0;
#X connect 8 0 16 0;
#X connect 9 0 13 0;
#X connect 10 0 13 1;
#X connect 11 0 13 2;
#X connect 12 0 13 3;
#X connect 13 0 8 1;
#X connect 14 0 16 1;
#X connect 15 0 5 0;
#X connect 17 0 18 0;
#X connect 18 0 22 0;
#X connect 20 0 8 1;
#X connect 21 0 5 1;
#X connect 22 0 15 0;
#X restore 77 177 pd cursor;
#X obj 78 75 r Xblob;
#X obj 187 73 r Yblob;
#X obj 187 119 * 8;
#X obj 77 142 * 8;
#X connect 0 0 8 0;
#X connect 1 0 7 0;
#X connect 2 0 4 2;
#X connect 3 0 2 0;
#X connect 5 0 0 0;
#X connect 6 0 1 0;
#X connect 7 0 4 1;
#X connect 8 0 4 0;
#X restore 103 253 pd senVal2cursor;
#X obj 276 179 s Xblob;
#X obj 347 179 s Yblob;
#X floatatom 347 161 5 0 0 0 - - -;
#X floatatom 276 161 5 0 0 0 - - -;
#X text 280 -39 filtre bleu;
#X connect 0 0 8 0;
#X connect 1 0 8 0;
#X connect 2 0 21 0;
#X connect 3 0 5 1;
#X connect 4 0 5 0;
#X connect 8 0 9 0;
#X connect 9 0 2 0;
#X connect 11 0 10 0;
#X connect 12 0 19 0;
#X connect 13 0 12 2;
#X connect 14 0 13 0;
#X connect 15 0 17 0;
#X connect 16 0 18 0;
#X connect 17 0 13 0;
#X connect 17 1 13 1;
#X connect 18 0 13 0;
#X connect 18 1 13 2;
#X connect 19 0 26 0;
#X connect 20 0 19 1;
#X connect 21 0 12 0;
#X connect 22 0 21 0;
#X connect 23 0 21 1;
#X connect 24 0 25 0;
#X connect 25 0 23 0;
#X connect 26 0 11 0;
#X connect 26 1 36 0;
#X connect 26 2 35 0;
#X connect 26 3 30 0;
#X connect 27 0 19 1;
#X connect 28 0 13 0;
#X connect 31 0 32 0;
#X connect 35 0 34 0;
#X connect 36 0 33 0;

gem21

Paralelo aos estudos e hacking no microscópio, estou pegando pesado nas coisas mais teóricas de computação musical. Vai chegar um momento que essas linhas de pesquisa irão convergir e de repente pode sair alguma coisa integrada.

Se alguem encarar a correria, manda um retorno…

pesquisas.doismiledez

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o primeiro post de 2010 demorou pra sair, começo de ano sempre rola outras correrias e movimentos, principalmente aqui pela terra do tubarão, onde o carnaval bate na porta dia primeiro.

pois bem, fora o carnaval, o que tenho feito até o momento é afinar as pesquisas pra 2010, conversando com pessoas de outras áreas interessadas em tecnologia interativa, procurando livros, pesquisando hardware, escrevendo editais de pesquisa e outras coisas mais.

iluminado

o projeto iluminado, agora com um blog específico, parou nos estudos de movimento utilizando o pdp_ctrack (objeto de tracking do pdp), estudamos os  x e y resultante e verificamos que há possibilidades de aprofundar os estudos ali. As atividades estão paradas  por conta do carnaval. ta praticamente impossível chegar na fábrica do carnaval. todo mundo lá, fazendo as alegorias das ladeiras de olinda. vamos deixar passar as festividades para voltar.

lab[oca]

laboca é um projeto que está nascendo como uma proposta de promover estudos aprofundados sobre computação e artes. Jarbas Jácome, Jeraman e eu estamos a frente desse projeto. Subimos um wiki e já temos uma oficina planejada para final de março. A ideia é estudar conceitos da computação e aplica-la em trabalhos relacionados com artes integradas (dança, música, teatro, performances, intervenções, instalações). Depois tem mais novidades.

sensores sem fio

estive procurando soluções para mapeamento de corpo e análise de movimento através de sensores de presença, distancia, temperatura, capturas sonoras, utilizando hardwares sem fio para facilitar a movimentação e transposição de sensores pelo espaço. Uma solução interessante seria utilizando o Arduino com a tecnologia ZigBee com o módulo Xbee. Outra idéia seria utilizar o Lilypad com xbee. Mais pra frente publico alguns testes.

hackteria

participei de um workshop no piksel09 sobre como transformar sua webcam num microscópio DIY com o pessoal do hackteria. Estou montando uns microscópio aqui para estudar os movimento das bacterias e virus e fazer alguma relação com produção de sintese sonora.

alsa

recentemente comprei uma placa m-audio fast track pro e até agora não consegui compilar a placa para utilizar as 4 saídas e as 4 entradas. Tente esta solução do alsa mas não deu certo. Agora entrei na lista de discussão alsa-user e estou lá aguardando respostas.

computer-music

este ano, decidi me aprofundar nos estudos de computer music aliado aos estudos do pure-data. Estou pesquisando alguns livros para iniciar um planejamento de estudo para tentar convegir para uma pesquisa de mestrado… Curtis Road, Eduardo Reck Miranda, Miller Puckette. Na parte de Pure-Data, estou focado mais no estudo da linguagem e síntese de audio.

fluxbox_máquinas velhas

como nunca tive uma boa máquina para trabalhar e como estou sofrendo com falta de processamento para realizar testes e produção de patches e interfaces, estou procurando diminuir os gastos com o ambiente gráfico. O Fluxbox, acho que o ambiente gráfico do linux mais enxuto que existe, parece que vai resolver meu problema. Estou lendo este artigo básico e achando que ta melhorando tudo. Também estou pesquisando esta solução para máquinas velhas de telecentro. Uma oficina de fluxbox não seria nada mal…

o ano começou nesse ritmo…

o carnaval tem ajudado,

só espero concluir alguma coisa do que listei :)

novas, boas novas.

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Filed under blog

Essas semanas que passaram foram bem carregadas de positividade, só restou o sentimento de dever cumprido.

A semana começou com a correria de montar a engrenagem, uma tela multitoque estilo reactable construída pela Maíra Sala e Bruno Vianna.  Se não fosse a ajuda de Jeraman e Fábio a tela não estaria tão afinada. A tela está no festival continuum, na Torre Malakoff, Recife. Depois vamos fazer algumas variações e estudos nela.

34708384

Terminado esse corre, começou outro. Me juntar a Renato Fabbri(SP) e Ana Flávia(PE) para representar o “não-sei-a-definição” emotional kernel panic no Festival Contato, em São Carlos-SP.  Fabbri ministrou o workshop na UFSCAR, bastante gente e um resultado muito massa, várias pessoas querendo fazer sua própria orquestra, no próprio shell.

emotionalkernecpanic01

mais fotos do workshop

Após o workshop, no Sábado(10) e Domingo(11) foram os dias da apresentação de uma performance onde eu ligo boa parte de tudo que faço no pure-data e com instrumentos hardwarehack, o Renato toca sequencias utilizando a linguagem chuck e Ana Flávia, que fez uma bela pesquisa de um texto de Godot, faz uma performance que simboliza o julgamento de Alan Turing.  As apresentações foram bem pesadas,  pra um público atento a performance, pessoas de outras áreas, de artes, comunicação, plásticas.

3ocontato-181

mais fotos do festival contato, que foi muito bem organizado!

Gostaria de agradecer a Renato Fabbri por elaborar essas experimentações no /dev/dsp e Ana Flávia (aninha) pela disposição de juntar varias coisas, sem ensaio, num trabalho mais experimental possível e conseguir trocar valores do jeito que a gente troca. Me sinto completamente satisfeito e com a sensação de dever cumprido. Gostaria de até deixar registrado aqui que não desejo mais fazer a performance do emotional kernel panic, pelo motivo de achar que minha contribuição chegou ao limite e que o projeto precisa circular por vários poros, assim como o shell e o dsp estão em todas as máquinas.  Para concluir minha parte, estou terminando o patch que construi no pure-data mais limpo e didático possível para quem quiser estudar e fazer variações.

As boas novas são: projeto iluminado aprovado na Funarte para residência artística no Alafin Oyo para construir um instrumento com pure-data + arduino + gambiarras (falarei mais em outro post), desenvolvimento de interfaces interativas para o Festival de Dança de Recife, agora em Outubro, Semana Circuit Bending + Pure-Data + Arduino com Panetone(RS) e Giuliano Obici(SP) (mais info em breve), e performance do MSST (movimento dos sem satélite) junto com glerm soares numa orquestra-conSerto no festival piksel, na Noruega em Novembro.

rasta;

arte, indecibilidade, artefatos.

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Filed under arte-tech

Artefatos artísticos podem ser modelados?

Seria um absurdo pensar em máquinas abstratas (turing machine) que “semidecidem” linguagens como metáforas para estudos de processos de ciberArte, desenvolvimentos artísticos, intervenções?

Uma máquina inifita que decide, é uma máquina que dada uma linguagem, ela pára após ser aceita. O ato de semidecisão é como se uma máquina aceitasse uma linguagem mas não parasse, não avisasse que aquilo terminou. Talvez um absurdo computacional.

Quase tudo na computação é decidível, poucas coisas são semidecidíveis.

A memória do computador é finita, as idéias não.

O hardware é finito, os processos não.

Criamos artefatos artísticos (que são linguagens semidecididas) em máquinas que são efetivamente computáveis.

Poderíamos falar que um objeto artístico é uma turing machine que semidecide.

Não sabemos até que ponto de interferência artística ela pode chegar.

Sabemos mais ou menos alguns estados de transição.

Não sabemos todos os possíveis processos que ela desenvolve.

Usamos máquinas decidíveis para computar ações não-decidíveis.

Seria o processo criativo computável?

Confusões conceituais parte 00000001.

Red Bull Music Academy - Workshop

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Filed under multimidia

Segue a matéria sobre o workshop que vou participar fazendo demonstrações das pesquisas que apresento aqui no blog.

Fusão de Música e Imagem é tema de encontro no Recife

Apresentar à cena pernambucana uma nova maneira de produzir e vivenciar a música, interligando imagem e som, esta é a proposta do workshop que o Red Bull Music Academy promove no dia 29 de abril, na Livraria Cultura do Recife. Com o tema “Novos instrumentos digitais com tecnologia livre”, o workshop tem como foco a nova geração de DJs, músicos e produtores locais.Nas palestras, será discutido o conceito de música visual, desde sua história, passando pela apresentação de softwares gratuitos específicos e sua utilização associada a outros equipamentos. “A música visual é um campo da arte específico para obras que buscam um diálogo entre os sentidos da visão e da audição. Este workshop servirá para VJs e músicos da cidade descobrirem mais esta possibilidade de expressão”, afirma Jarbas Jácome, autor do software livre ViMus, que será apresentado por ele mesmo no evento.

O produtor inglês Gabriel “Salsaman” Finch também estará presente para falar sobre a história da música visual e apresentar o projeto LiVES, de sua autoria. Na segunda parte do workshop, Ricardo Brazileiro e José Balbino demonstrarão algumas das possibilidades de integração dos chamados softwares livres, e de interfaces de produção multimídia, com pick-ups, vinil, webcam, hardwares e controladores.

O encontro do Recife encerra a série de workshops do Red Bull Music Academy pelo Brasil. Foram seis edições realizadas em algumas das principais cidades brasileiras durante o mês de abril, cada uma com um tema específico relacionado à produção musical local. Um dos objetivos da iniciativa é promover entre novos talentos brasileiros o encontro internacional organizado anualmente pela academia de música. Em 2008, o evento será em Barcelona no segundo semestre.

Red Bull Music Academy - Workshop Recife
Convidados: Jarbas Jácome, Gabriel “Salsaman” Finch, Ricardo Brazileiro e José Balbino
Data / Horário: Terça - 29 de abril – 18h
Local: Livraria Cultura – Cais da Alfândega - Recife Antigo
Entrada Gratuita
Mais informações: http://www.redbull.com.br/rbma

encontro software livre pe

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Filed under multimidia

De quarta(23) até sexta(25) rolou aqui em Recife o Encontro Pernambucano de Software Livre…

Além das palestras comuns nesse tipo de evento, rolaram algumas salas para oficinas, uma delas era uma sala para conversar sobre multimídia em software livre. Passei dois dias inteiros por lá como oficineiro e foi muito bom.

Apareceram algumas pessoas interessadas em conhecer mais as possibilidades e as dificuldades de uso de tecnologias livres multimídia, aplicações comerciais, estudos…

Nos dois dias de oficina, falei um pouco do estúdio livre, de softwares para áudio e um pouco de experimentações com o arduino, pd e processing.

Fico impressionado como esse trio encanta muita gente e atrai a atenção de uma galera que mesmo sem saber muito de computação, capta as idéias facilmente.

Rolou um debate também sobre como sobreviver pesquisando, produzindo e estudando softwares livres multimídia. A primeira idéia é que de repente não é um bom negócio transformar pesquisas em produtos mas pesquisa em processo documentado. Produto é muito pouco para essas ressonâncias criadas no software livre… Eu vejo muito mais como estudo, conceito, pesquisa e documentação. O problema é como ganhar dinheiro pra pagar as contas no final do mês. Talvez melhorando o networking do pesquisador e entrando em contato mais na educação e também de repente entrando na área artística mesmo, fazendo performances, shows, workshops…

é isso, foi bem proveitoso.