pulsos/organismos #cotidianosensitivo

cotidiano-rascunho
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este post faz parte do projeto cotidiano sensitivo que é um estudo sobre internet das coisas e ambiente-device nas comunidades brasileiras.

este texto também foi publicado aqui.

olá! vamos iniciar os estudos de eletrônica artesanal-diy-afetiva e seus desvios dentro desta pesquisa.

este post está relacionado a circuitos que emitem pulsos/clock precisos, bastante usado em projetos de osciladores e controladores de sistemas e motores.

a idéia desse primeiro experimento é buscar uma outra relação com esse tipo de circuito.

o chip que vamos usar é o 555, muito popular e fácil de encontrar em qualquer loja de eletrônica no brasil.

podemos considerar que esses chips, além das suas funcionalidades na indústria, são organismos híbridos que recebem informações, tratam os dados e transformam-os em pulsos para controlar algum outro sistema.

o processo de funcionamento dos chips são pragmáticos, o que deixa complicado encontrar caminhos/metáforas que se relacionam com nosso cotidiano.

caminho:

1. recebe energia; // luz, movimentos, natureza

2. atravessa as resistências e carrega positivamente o pulso;

3. alimenta o capacitor e descarrega o pulso. // timbre, intensidade do pulso

(esquema protoboard na capa)

como acoplar as entranhas deste circuito-funcional numa escala real-física onde os processos são caóticos e desequilibrados?

podemos pensar numa situação onde organismos-pulsos recebem energia dos desequilíbrios(?!) do cotidiano e através de uma malha de resistência e capacitores enviam pulsos para outros organismos em rede, criando um ecosistema(circuitos compartilhados) que vivem desses (im)pulsos urbanos…

cada lugar/cultura/cotidiano tem sua frequência/clock/pulso, e esse dado são alterados com esses desequilíbrios… é como se fosse um sistema com vários capacitores de níveis diferentes e diversas resistências variáveis disponíveis para alterarem o curso, o movimento…

não se trata de uma simulação, nem de representação do cotidiano, mas de organismos que se desequilibram e se alimentam desses dados…

segue;

p.alfa#001

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Primeira etapa do projeto de construção de ferramentas artístico-interativas usando tecnologias/organismos livres..

Misturas lúdicas de bits, organismos, soldas, fios, voltz,…

Plataformas:

Arduino + Processing + PD + Protoboard + LDR + Potenciometros + peixe beta(alfa) + pdp_ctrack (rgb:15,15,0);

obra-fluxo… alfa001

obra-processo…

alfa002

obra-acontecimento..

alfa003

… universal sem totalidades..

fluxos de bits:

arduino:

int redPin = 0;
int greenPin = 1;
int bluePin = 2;
int ldrPin = 3;

void setup()
{
Serial.begin(9600);
}

void loop()
{
Serial.print(“R”);
Serial.println(analogRead(redPin));
Serial.print(“G”);
Serial.println(analogRead(greenPin));
Serial.print(“B”);
Serial.println(analogRead(bluePin));
Serial.print(“L”);
Serial.println(analogRead(ldrPin));
delay(100);
}

processing: LedsAlfaRemixes

import processing.serial.*;
import oscP5.*;
import netP5.*;

String buff = “”;
int rval = 0, gval = 0, bval = 0, lval=0;
int NEWLINE = 10;

Serial port;

//PD
OscP5 conectarOSC;
NetAddress conectandoPD;
int captura = 0;
//PD

void setup()
{
size(500, 500);
noStroke();
smooth();

// Print a list in case COM1 doesn’t work out
println(“Available serial ports:”);
println(Serial.list());

//port = new Serial(this, “COM1″, 9600);
// Uses the first available port
port = new Serial(this, Serial.list()[0], 9600);
//PD
conectarOSC = new OscP5(this,12000);
conectandoPD = new NetAddress(“127.0.0.1″,12000);
//PD
}

void draw()
{
while (port.available() > 0) {
serialEvent(port.read());
}
//background(random(lval*2), random(lval), random(lval));
fill(captura);
ellipse(random(captura*2),captura, 50,50);
for(int i=0; i<height; i+=20) {
// println(“o valor de i eh “+i);
fill(rval,gval,bval);
rect(0,i,width,10);
fill(random(0,100));
rect(0,i,width,10);
fill(random(rval), random(gval), random(bval));
rect(i,0,10,height);

}

}

void serialEvent(int serial)
{
// If the variable “serial” is not equal to the value for
// a new line, add the value to the variable “buff”. If the
// value “serial” is equal to the value for a new line,
// save the value of the buffer into the variable “val”.
if(serial != NEWLINE) {
buff += char(serial);
}
else {
// The first character tells us which color this value is for
char c = buff.charAt(0);
// Remove it from the string
buff = buff.substring(1);
// Discard the carriage return at the end of the buffer
buff = buff.substring(0, buff.length()-1);
// Parse the String into an integer
if (c == ‘R’)
rval = Integer.parseInt(buff);
//println(“rval “+rval);
else if (c == ‘G’)
gval = Integer.parseInt(buff);
//println(“gval “+gval);
else if (c == ‘B’)
bval = Integer.parseInt(buff);
else if (c == ‘L’)
lval = Integer.parseInt(buff);
//println(“bval “+bval);
// Clear the value of “buff”
buff = “”;
}
}

void oscEvent(OscMessage theOscMessage) {
println(” saida do PD: “+theOscMessage.get(0).intValue());
captura = theOscMessage.get(0).intValue();
}

pdp..

img01.png